Trapalhadas na mobilidade
Prefeitura de Rio Preto quer R$ 8 milhões para corrigir barbeiragens nas obras dos corredores de ônibus.
Prefeitura de Rio Preto quer R$ 8 milhões para corrigir barbeiragens nas obras dos corredores de ônibus.
Semana que começou péssima para o presidente terminou com saldo positivo: aprovação da reforma trabalhista e rejeição de denúncia na CCJ. Habilidade política no Congresso, que faltava para Dilma, sobra para Temer.
Ex-presidente tem obrigação de reverter a decisão de Sergio Moro caso pense em se candidatar em 2018; o que não dá é concorrer com uma condenação por corrupção pesando sobre ele.
A política brasileira se esfarelando, Brasília pegando fogo e o PSDB continua cantando a musiquinha: "Não sei se vou ou se fico, não sei se fico ou se vou".
Nota oficial assinada em conjunto entre associação de juízes, Ministério Público do Trabalho, OAB e CNBB, entre outras entidades, diz que reforma trabalhista é "crivada de inconstitucionalidade" e "deflagrador de grave retrocesso social".
Votação na Comissão de Constituição e Justiça deve dar o tom sobre como será a votação da denúncia contra Michel Temer no plenário da Câmara dos Deputados.
Projeto que coloca prazo aos inquéritos civis do Ministério Público, em discussão na Assembleia Legislativa, irrita promotores de Justiça. E com razão.
Eventos como o protesto ocorrido ontem em Rio Preto, com o confronto entre moradores e policiais militares, só reforçam a necessidade de que algo precisa ser feito em relação à favela do Vila Itália. E rápido.
CPI do Transporte em Rio Preto terá como tarefa desvendar a nebulosa licitação que contratou a Circular Santa Luzia e a Itamaraty; sócio da Logitrans prestou serviço jurídico às duas concessionárias.
Denúncia contra Temer e acusações de caixa dois nas campanhas de Lula e Dilma, todas feitas por Joesley Batista, comprovam tese de que protestos da direita e da esquerda não querem colocar fim à corrupção. Mas apenas defender seus próprios interesses